Pedro Jubilot (Olhão, 1964), poeta residente em Tavira (Algarve, Portugal)

Editou fanzines, webzines e outras folhas volantes. Em 2001 foi vencedor do concurso MicroContos de Natal, do jornal Público com Visita, publicado também no El País. É membro da direcção da associação Casa Álvaro de Campos (Tavira).

Em 2013 saiu o seu primeiro livro Postais da Costa Sul, que serviu de incentivo para criar a CanalSonora – uma pequena estrutura independente, sem fins lucrativos, que se centra na divulgação artística, essencialmente da escrita e da imagem.

Em 2015 publicou o conto Alma (4águas editora), uma ficção sobre o famoso anarquista Bartolomeu Constantino.

Em abril de 2016 lançou Telegramas do Mediterrâneo. Cartas da Mancha (2018) é o seu mais recente livro.

Tem participado em festivais e em diversas publicações de poesia em Portugal e Espanha.

Em novembro de 2020 recebeu o prémio Calceteiros de Letras, atribuído pelo Ginásio Clube de Faro, pela sua ação e dedicação na divulgação da palavra e poesia.

PEDRO JUBILOT (Olhão, 1964), poeta residente en Tavira (Algarve, Portugal) Editó fanzines, webzines y otros folletos. En 2001, fue el ganador del concurso MicroContos de Natal, del diario Público com Visita, también publicado en El País. Es miembro del consejo de la asociación Casa Álvaro de Campos (Tavira). En 2013, salió su primer libro Postais da Costa Sul, que sirvió de incentivo para crear CanalSonora, una pequeña estructura independiente y sin fines de lucro que se enfoca en la difusión artística, esencialmente de escritura e imagen. En 2015 publicó el cuento Alma (editor de 4águas), una ficción sobre el célebre anarquista Bartolomeu Constantino. En abril de 2016 lanzó Telegramas desde el Mediterráneo. Cartas da Mancha (2018) es su libro más reciente. Ha participado en festivales y en diversas publicaciones de poesía en Portugal y España. En noviembre de 2020 recibió el premio Calceteiros de Letras, otorgado por Ginásio Clube de Faro, por su acción y dedicación en la difusión de la palabra y la poesía.